
Afrodite
Da concha, trazida por longas ondas,
vem à pique, a bela deusa Afrodite.
Da concha, da espuma até a bruma,
vem ela una, vem ela nua, toda sua.
Do mar, vem a deusa encaracolada,
Com cintos e "sintos" de se fazer amar.
Da brisa-vento, vem seu doce intento.
Do netunoceano, vem o “euteamo".
vem à pique, a bela deusa Afrodite.
Da concha, da espuma até a bruma,
vem ela una, vem ela nua, toda sua.
Do mar, vem a deusa encaracolada,
Com cintos e "sintos" de se fazer amar.
Da brisa-vento, vem seu doce intento.
Do netunoceano, vem o “euteamo".
E acaba assim, com o mais abrupto fim,
o poema da Vênus, de coração carmim.
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